Os dias de

Maio 4, 2008 by rifenha

al12col8.gifoje celebrou-se por esta banda, o dia das mães. Suposso que em muitos lugares do mundo celebram esta festa com agasalhos para as mães, e cousas que mais bem que para honrar às mães estão pensadas, como não podia ser de outra maneira, para que as greandes superfícies comerciais encham as suas arcas com o dinheiro dos perfumes, alfaias, flores e demais.

A mim parece-me bem que se honre às mães, que se celebre, que se junte a família, que se façam agasalhos…Todo isso esta fixe.

Mas…Por que o dia da mãe tem que ser em “El Corte Inglês” e não na tenda da vila, que da de comer à família do vizinho, que tem mais falta que esses senhores?

Por que ir à Corunha ou a Santiago,encher o carrinho dos demos, que vai sempre de lado e deixa-te molido, podendo mercar em Vimianço as mesmas cousas-seguro que menos, porque os andeis cheios é o que tem. Fazem comprar o que se não precisa- parolar um chisco com a vendedora, relacionarte com a tua gente e manter o pequeno comércio da vila, e com ele, a economia de toda a vizinhanza, porque, se hà dinheiro, hà trabalho. E os senhores das grandes superfícies e das multinacionais, já o tem a paladas.

Bem, pois hoje, como era dia da mãe, sai da casa, para jantar com a minha, e a pequena família que formamos duas irmãs, seus maridos e as nossas duas filhas, porque os filhos varões tinham cousas que atender.

Foi um dia muito lindo, para mim, que, em geral, não saio da minha casa. Mas agora que vou melhor, disfrutei da casa de minha mãe, da companha, do dia de sol e, como não podia ser menos, da minha cámara de fotos, que saiu também a passeiar fora do marco da janela e do horto.

Velaí as cousas lindas que topei este dia da mãe:

Em primeiro lugar, as rosas da roseira da casa da minha mãe, que cortei e adornam e aromatizam a entrada da casa:

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Quando vínhamos para a casa, Cuquinho faz umha amiga. Certo que é muito mais grande do que ele, mas pareciam levarse bem:
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Antes de ir embora, as gatinhas de minha mãe, mãe e filha, comiam as sobras do jantar ao sol:

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As àrvores que plantei há tempo, já tem a primavera no corpo:

Assim que fui umha tarde muito bem aproveitada e com momentos de tranquila felicidade.

A minha filha, pintou esta pintura para mim, hà tempo. Mas, como hoje é o dia das mães, farei que seja o meu agasalho.

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Primeiro de maio

Maio 1, 2008 by rifenha


Hoje é a festa do Primeiro de Maio. A festa na qual lembramos a todos os trabalhadores e trabalhadoras que lutaram pelo reconhecimento de seus direitos e sua dignidade. Às vezes, a conta da sua própria vida.
Graças a eles, hoje temos jornadas trabalhistas, férias, salário base e todas essas coisas que custou sangue arrancar ao capital.
Hoje fica já pouca consciência que ser trabalhador ou trabalhadora é algo importante. Hoje só importa ser consumidor e ter mais poder aquisitivo para consumir mais, e não importa a maneira digna, ou indigna, de conseguí-lo.
As grandes multinacionais voltaram a implantar a escravidão, mas parece não importarnos, sempre que possamos seguir comprando e consumindo coisas que, na maioria dos casos, não necessitamos.
Em função disso, esquecemos a solidariedade, a consciência de classe, o internacionalismo, e preferimos a globalização do consumo, mesmo que para isso, tenham que morrer irmãos nossos, trabalhadores tamem, nas duas terceiras partes do mundo.
Seria suficiente informar-se um pouquinho melhor de onde procedem os produtos que compramos, induzidos pela propaganda midiática, e chegar até sua origem.
Talvez assim abríssemos os olhos à realidade que não se vê,mas que afeta milhões de seres humanos com os mesmos sentimentos e sonhos que nós mas com muitas mais carências e falta de proteção.
Em memória daqueles primeiros trabalhadores, pioneiros que o deram tudo por seu sonho, deixo-lhes a letra da INTERNACIONAL, o hino de todos os trabalhadores do mundo. Ensinou-me minha avó quando eu era criança. A meu avô o tinham fuzilado por sindicalista, acusado de promover uma greve junto com oito de seus companheiros.  Levaram-os em um caminhão às seis da manhã do 9 de dezembro de 1.936 e às seis e meia, o mesmo camião descarregou seus corpos no cemitério da Corunha onde minha avó e o resto de mulheres os esperavam.
Vai por eles:

A INTERNACIONAL

Em cima, párias da Terra.
De pé, faminta legião. 
Atordoa a razão em marcha,
é o fim da opressão.

Do passado é preciso fazer pedaços,
legião escrava de pé a vencer,
o mundo vai mudar de base,
os nada de hoje tudo hão de ser.

Agrupémonos todos,
na luta final.
O gênero humano
é a internacional.
Nem em deuses, reis nem tribunos,
está o supremo salvador.
Nós mesmos realizemos
o esforço redentor.

Para fazer com que o tirano caia
e o mundo servo libertar,
sopremos a potente forja
que o homem livre há de forjar.

Agrupémonos todos,
na luta final.
O gênero humano
é a internacional.

A lei burla-nos e o Estado
oprime e sangra ao produtor.
Dá-nos direitos irrisórios,
não há deveres do senhor.

Basta já de tutela odiosa,
que a igualdade lei há de ser,
somente deveres sem direitos,
nenhum direito sem dever.

 

Agrupémonos todos,
na luta final.
O gênero humano
é a internacional.

A tradução ao galego-português, é minha, porque minha avó cantava-a em espanhol, que era  o que havia na Galiza espanholiçada. É umha versão da Internacional muito antiga, que nunca volvi a ouvir.

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Primavera II

Abril 28, 2008 by rifenha

PDois hoje vou seguir a vos contar como se percebe a primavera desde a minha janela e desde o meu horto.

Em primeiro lugar, aquí, diante da minha janela , tenho o pessegueiro, que, ainda hà dias deixava cair suas flores rosadas e hoje, os pequenos úteros florais cheios de óvulos e fecundados polos grainhos de pole amarelo, apresentam já sua forma redondeada e sua pele cuberta de pequenos pêlos de suave cotão.

A leira do lado, que fica em campo, cobriu-se de flores amarelas.

No recuncho arrimado à parede, as névedas-aromatiçadoras dos bolos do póte- comparten espaço com a salsa, polo meio das calas, os gromos de gladiolos e outras ervas que não se contem de se mesturar com elas.



No muro de pedra que limita o caminho, convivem as caléndulas com as pequenas margaridas. Umha vizinhanza harmónica e preciosa.

E o mais importante: A minha alma, vai volvendo a morar no meu corpo. De vagar, vou recuperando a vida.

Assim que, esta, é umha primavera que tem de tudo o que se precisa para ser umha primavera como deus manda,

Saudações primaverais desde A Galiza.

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Primavera I

Abril 27, 2008 by rifenha

p9rzois é. Pouco a pouco, e com vento, chuvia e temporal, foi-nos invadindo a primavera com todas as mudanças que ela traz.

Sabedes que sou umha apaixoada das plantas. Sobre tudo das àrvores e das flores e, como este é o primeiro ano que moro cá, na minha casa, o ano passado, polo Natal, nos dias de férias que estive por Vimianço, merquei algumhas àrvores para meu horto e plantei-as eu mesma. O meu filho Nês, fixo os covos e logo, entre os dous, fumos plantando umha por umha.

Quando as plantei, erão apenas umhas varinhas com raizes, mas agora que tem folhas, da glória ve-las.

Plantei àrvores con significado para mim. Àrvores para o disfrute e ao valor simbólico, não para tirar outro proveito de elas ainda que, se o tem, não se vai desprezar.

A primeira que plantei, foi umha vidueira. Perto do rio, deixando a separação que a lei exige e algumha mais, para não entorpecer as àrvores da beira, que estes dias foram limpadas das suas pólas mais baixas, por mor das enchentes, e semelham meninhas com roupa de estreio.

Eis a minha vidueira quando a plantei. Semelha umha meninha perdida e fragil. Mas agora é umha princesa, fermosa e lançal, que não posso vos amostrar porque o homen que vem apanhar a erva para as suas ovelhas ainda não a cortou toda e não posso me achegar. Chega-me a erva Aos joenlhos e não tenho botas de auga

No outro lado, plantei um freixo. Tamém pertinho do rio.

Este era un pauzinho preto quando o plantei, e mirade agora que viçoso e que cheio de vida:

Os seguintes, vindo cara a casa, são um castinheiro:

Umha nogueira:

Subindo, umha das àrvores mais fermosas: Umha faia:

E, o último, de momento, um senhor que sempre mantem seu gabão de folhas, até no inverno, refúgio de pássaros. O azivinho. O irmão da àrvore do mate, da que tanto gostam na América austral:


Amanhã contarei-vos mais cousas da primavera, e das cousas que se podem topar dentro dum território tão pequeno coma meu horto.

Até amanhã. Inchallah, lembrando aos meus amigos muçulmanos.

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A cara, espelho da alma

Abril 26, 2008 by rifenha

Os que seguem o blogue sabem que padeço un transtorno bi-polar de tipo II e que, desde o mes de Janeiro do 2007 fico em estado depresivo.

Ainda assim, agora vou saindo avante e já me sinto melhor. Como umha imagem às vezes, diz mais que um milheiro de palàvras, deixo.vos duas imagens: Umha de dezembro, e outra actual, ainda que não totalmente bem, já mais “animada”.

Vós mesmos veredes o que é umha depressão e como mata por dentro.

Se tendes perto a alguem com umha funda depressão, pensade que, ainda que os que ficam arredor o passem malamente, o que mais sofre, é a pessoa deprimida e tende paciéncia e tratade-a com agarimo.

Diferência? A que há entre o dia e a noite, a vida e a morte, o ser e o estar.

Bom dia a tudos.

Vida tómbola

Abril 23, 2008 by rifenha

O meu personagem preferido é o cantante Manu Chao.Por razões que sería umha parvoíce analisar, porque haverá outras muitas pessoas que não gostem.

No último trabalho que tirou da sua cartola, Radiolina, tem umha canção que me faz pensar no momento que estou a viver:

La vida tómbola.

É certo. A vida é umha auténtica tómbola desde o nosso nascimento, mas também é umha tómbola cada dia, cada tempada, cada momento.

De súpeto acertas sempre, como Maradona frente a quaisquer baliza, e tés o “perrito piloto” e, sem saber como, a sorte muda, e toca-che o boleto “perrito zombi”, ou “perrito depressão”, ou “perrito doença”, mesmo o “perrito morte”.

Estas cousas são assim, e nemhum sabe explicar o por que. Só queda aceitar e solicitar ajuda, ainda que, essas viagens, normalmente hà que as fazer sós, como bem diz um dos meus cantores preferidos,o portenho Andrés Calamaro

Deixo-vos as canções para que as disfrutedes, É o melhor que podedes fazer, mentras não muda a sorte da tómbola.

La vida tómbola

Tuyo siempre

Los aviones


Coplas

Abril 18, 2008 by rifenha

Quando eu era umha meninha, minha avoa, gostava muito de cantar coplas. As coplas sempre erão histórias de amores desgraçados, impossíveis, cantados por cantantes da Andalusia.

Hoje, tive um dia triste, como a chuvia que caiu no val toda a manhá e ainda agora, com pequenas pausas de azul entre as nuvens que se movem turradas polo vento do noroeste, cara o interior.

Tras as montanhas do meu val fica o Atlántico, na parte da Galiza aproada no mar, por esso sempre somos os primeiros em receber as chuvias e aquí as nuvens deixam a maior marte da sua carga. O resto, já mais ligeiras, levam-o ao interior, onde acabam de se desfazer, sem deixar nada para os secarrais da Meseta.

Bem, pois hoje, tinha um dia assim, triste, e pensei que a vida é como um amor impossível, que nos enche de emoções e momentos felizes, mas tamém tem absurdos, cousas sem sentido, enganos, ilusões falsas…E lembrei a minha avoa e as suas coplas. Assim que entrei no armazem das fotos e juntei as que me pareceram mais acordes com o que era a vida, e entrei no armazem das músicas e colhi umha que, ainda que não gosto muito da voz de Marta Sánchez, a copla, que já minha avoa cantava, parece-me muito fermosa:

A aranheira tem fios que se cruzam

Abril 16, 2008 by rifenha

E pois é. O outro dia falava-vos de como a rede é um lugar fasciante, ainda que eu cheguei algo tarde a estas cousas e sempre tenho umha nebulosa de cousas desconhecidas que me ronda, coma se for umha nuvem de borboletas invissíveis.

Porem, no myspace conhesci um amigo, não sei muito bem como fui, só sei que apareceu no meu perfil haverá um mês e, hà umha semana, diz-me que ele é músico. Que faz bases e hip-hop. Que gosta muito das minhas imagens, dos slides, videos, e demais e faz-me umha proposição:

A proposição era que ele me escolhia umha das suas músicas e que gostaria de que eu puser as imagens para fazer um algo entre os dous.

Não sei que idade terá, porque não perguntei, mas imagino que a de quaisquerdos meus filhos, mas na rede esso não importa.

Total,que visitei sua página e vi que ficava um chisco monopolizada polo tema do maltrato aos animais: Brigas de cães, adestramentos para os fazer violentos, e tudo esso que prefiro não pensar.

Assim que se me ocorreu pesquisar nas minhas fotos, aquela do meu Cuquinho, De Bolinho, dos animalinhos que fotografei polo mundo, das situações que fazem a um homem, o mesmo que a um cão, transmutar em pittbull assassino.

E velaí o resultado:

Jessproducciones vs. rifenha

A teia da aranha

Abril 13, 2008 by rifenha

A rede cibernética, é como umha aranheira onde se cruzam os diferentes fios, caminhos e reviravoltas da vida.

Como aquelas aranheiras que teciam as Moiras gregas ou as Parcas latinas que definiam a vida de cada pessoa.

Não chega a tanto a transcendência da rede nas nossas vidas, mas é um lugar para conhecer a sociedade, com todos seus matices, sem te mover da casa.

Quando se pode, hà que se mover, para fazer contato físico com o mundo. Mas, quando não pode se fazer, é umha magnífica maneira de se manter activ@.

Como quer que levo umha boa tempada sem sair, convido-vos a que visitedes meus espaços na rede. Um em galego-português pessoal e feito das lembranças das palàvras e falares da minha infáncia, e outro, espanhol, onde entrão sudamericanos, espanois e demais.

Endereços:
http://www.myspace.com/vimianzo

http://rifenha.hi5.com/friend/profile/displaySameProfile.do?userid=222562354

De meninha, e ainda agora, do que mais gosto é de ver, nas manhãs de primavera ou de outono, as teias de aranha no monte, cheias de pinguinhas de resio coma pequenas gemas de luz. Sempre pensei que erão o adorno das fadas do bosque, quando asistiam às festas nas noites de luar…


A morte na Costa da Morte

Abril 5, 2008 by rifenha

aclearglitterTwistedly.gif Costa da Morte é umha faixa de terra e mar que vai desde as Ilhas Sisargas, aló em Malpica de Bergantinhos, até o cabo Fisterra, ainda que se pode considerar que até o concelho de Muros, aló por Caldebarcos, a costa segue sendo mortal.

Chama-se A Costa da Morte, pola quantidade de embarcações de maior ou menor envergadura que foram a pique em suas águas, bravas, traidoras e cheias de correntes. O último caso conhescido foi o Prestige, mas antes, jà houve muitos mais. Mesmo os corpos duns vizinhos da outra banda do Minho que emborcaram ao rio num auto-carro,numha riada, vieram transportados polas correntes ,parar à Costa da Morte e aparecião, os corpos e as suas pertenzas nas praias. Coitados! Que tristeça !

Bem. Mas, agora, imos falar de cousas mais curiosas das gentes da Costa da Morte. E, por pÔr um caso, do jeito que tem alguns de ver a própria morte, muito peculiar.

Hà dous casos que conheço, que são verdadeiramente dignos dum estudo antrpológico desses tão sisudos que fão, sobretudo, os alemãos.

O primeiro caso, é o dum casal de Malpica, idosos os dous e sem filhos nem parentes achegados.

Postos a pensar os dous velhos, chegaram à conclusão de que, quando morrer, nemhum lhe ia fazer funeral como deus manda e, depois de lhe dar muitas voltas, foram cara a cás do cura para lhe encarregar um bom funeral com cera, oito curas cantando, e todo o demais que se leva pola comarca.

O cura estivo de acordo, e velaí que se vão os dous velhos à igreja para asistir ao seu funeral em vida.

A igreja ficava cheia de gente que não cabia umha agulha, contando com os homens que sempre quedão na porta, parolando. A ver quem é o guapo que não vai ao funeral dum vizinho sabendo que o vai saber.

O outro caso, é o de duas irmãs da minha aldeia, solteiras e sem parentes que vivião juntas, mas umha delas, morreu.

Tinham mercado um nicho no cemitério da vila, con duas furnas; para cada em sua.

Mas, quando morre a primeira, a que queda pensa que, quando morra ela, quemm lhe vai levar flores, quen lhe vai pôr a lápida com seu nome e a data da morte, e ocorre-se-lhe que, para mais seguridade, o melhor e fazer ela o que não pode delegar em ninguem.

Então encarrega umha lápida bem chusquinha, faz gravar seu nome e a data do passamento. Esso sim, com o espaço do dia e do mês sem escrever e o ano com o 20… para que, quando por fim vaia embora aos campos de Josafat, o marmolista, só tenha que pôr os números que faltão. Cada dia dos defuntos, leva flores à sua lápida. Naturais, para ela; de plástico, para a irmã que, ao fim, se fica morta, tampouco se vai anojar.

Assim, cada ano.

O povo, que na Costa da Morte é muito retranqueiro, jà anda a dizer que o da lápida está muito bem, mas que, se passa do 2.100 não lhe vai servir o rótulo.

Em fim. Que assim somos os deste recuncho da Galiza. ilhados durante muito tempo, afeitos a viver sós e a fazer o que nos pete.

Umha aperta. Para os desta banda do rio , para os da outra, e para tudos os que leiam.

Bom dia.




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