
Create animated GIFs at Picasion.com
Há mais de cem anos, um matemático norueguês chamado Sophus Lie, trabalhava na descoberta de estruturas matemáticas no campo das simetrias e o cálculo diferencial.
Descubriu muitos grupos -aquelas estruturas que definiam um campo de dados a respeito dumha operação que estudiábamos em C.O.U. e que a mim me soavam a chinês mandarim- . Dentro desses grupos, alguns erão de fácil formulação, aplicaveis a esferas ou cálculo diferencial, mas havia outros dumha dificuldade que levava a crer que nunca se dariam resolto.
O mais difícil de todos era o E8, o grupo de Lie que, entre os matemáticos, passava por ser umha fantasia.
Mas velaí que quem tem o dinheiro às vezes, emprega-o bem e umha equipa de 18 matemáticos e expertos em computação, foram convocados em Palo Alto para fazerem o mapa do “Grupo Lie E8“.
Após de quatro anos de trabalho, acadarom um mapa com 60 veces mais dados que o mapa do genoma humano e que, posto em fórmula escrita com lapis, cubriria umha superfície de 50 quilómetros quadrados.
Se se armacenar no disco rígido dumha computadora altamente comprimido, ocuparia o espaço de 45 dias continuos de música em mp3.
E diredes vós…E a mim que me importa?
Aseguro-vos que, para mim, as matemáticas são umha linguagem esotérica mas, o que me chama de todo este asunto, é a concreção gráfica da fórmula.
O grupo Lie E8 tem 8 dimensões e 248 pontos e, quando trata de se representar nas duas dimensões dumha superfície plana, o seu retrato é este:
Primeira fase:

Segunda fase:

Terzeira fase:
Resultado final:
Aproveitando a formulação do grupo De Lie E8, un físico chamado Garret Lisi, esboça umha teoria que tenta explicar todas as formas físicas, incluida a gravidade, como manifestações diferentes do mesmo princípio subjacente.
A explicação que vem buscando a comunidade científica desde Einstein.Todas as partículas e forças que percibimos poderiam xurdir desta forma estranhamente simétrica.
Se reparamos nestras outras figuras




Parece que a humanidade sempre soube que o segredo de tudo ficava num centro que se abre em múltiples possibilidades .
Muitos não acreditam no valor da intuição, o mesmo que algúns científicos não acreditam em Lisi porque passa a maior parte do seu tempo a fazer surf em Hawai ou com o mono-patim esse da neve, no inverno.
O que me faz lembrar o primeiro capítulo de “Le Petit Prince” de Saint- Exupéry e ao astrónomo turco
Passem bom dia.


















