á tempo que eu fui conformando as minhas próprias ideias sobre o funcionamento do macro e o micro-cosmos que somos cada um de nós, mas, quando umha escuta falar sobre o tema a um professor de Universidade, sente como se as suas teorias tomassem peso dentro do que é o pensamento da sociedade, e nom ficassem simplesmente em ideias pessoais, sem transcendência para os demais.
Este dia, por azar, topei na rede com um video dum professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Santiago de Compostela e, como vinha a dizer o que eu penso dum jeito muito interessante e clarificador, pensei que seria bom comentar convosco estas ideias.
Polo que se deixava ver, o professor, que terá mais ou menos a minha idade -arredor do meio cento de primaveras, verãos, outonos ou invernos-, estivo na China estudando a medicina tão diferente e interessante do pais oriental e de certo que aproveitou bem o tempo, polo claras, convincentes e ilustrativas que eram as suas explicações.
Do que falava em primeiro lugar, era do conceito de “corpo energético” e de como, a moderna física quántica, vem lhe dar a razão às velhas teorias dos sábios chineses da antiguidade, ao descobrir que todo quanto existe é, em realidade, umha vibração energética de maior ou menor longitude de onda e intensidade.
Na medicina chinesa, o corpo energético, ou chi, é o que realmente se trata quando um adoece de algumha doença, ou alteração na frequência de vibração das moléculas e células do seu corpo. Assim, a física, prima sobre a química, ao revês do que na nossa medicina, na que as substâncias químicas som o único que se contempla quando se estuda a saúde ou o bom funcionamento orgânico: Ácidos, gorduras, enzimas, hormonas, açúcares, minerais, vitaminas, e os correspondentes remédios :Antibióticos, hormonas, inibidores, estimuladores, complementos…Todo se reduz a substâncias que, por sí mesmas, devem de ser quem de forçar as reacções que façam ao nosso corpo recuperar o equilíbrio perdido.
No fundo, a intenção é a mesma. Só que a nossa medicina ignora a física, o corpo energético, as vibrações e ondas de todo o contorno no que nos vemos mergulhados e do que formamos parte.
Para esse corpo energético, todo quanto existe arredor, com suas ondas dumha frequência e longitude particulares, incide nas suas próprias ondas electromagnéticas a níveis atómicos, moleculares e pode ajudar a harmonizar a vida celular ou a a volver tola com sua caótica desorganização.
Essa é a teoria do Feng Shui, ou a procura da harmonia energética com o contorno no que vivemos e nos movemos.
O nosso corpo, forma parte do cosmos, é um ser vivo, orgânico, que se vem desenvolvendo no planeta terra desde o princípio dos tempos. Tem sintonía com as cousas naturais, que sempre estiveram aí, acompanhando-nos e familiarizando-nos com suas frequências vibratorias.
Mas, velaí que cada vez, no mundo, xordem mais e mais aparelhos, materiais, alimentos, e substâncias que incidem directamente no nosso organismo desde faz mui pouco tempo e que o nosso organismo não é quem de reconhecer nem de sintonizar a sua frequência com tanta moreia de frequências diferentes, e então, produz-se o mesmo efeito do que numha rádio quando há interferências: As células vão-se saturando de frequências lixo, vão acumulando caos e desorganização e vão dando respostas diferentes que levam à perda da harmonia -saúde- do corpo.
Ele dizia que, a maioria dos quartos de dormir, eram, na realidade, câmaras de contaminação: Os muros, feitos de materiais que antes foram queimados, como o cimento, ou o ladrilho, são a primeira fonte de lixo energético.
Os aparelhos que adoitam ter muitas pessoas no seu quarto: Televisores, computadoras, radio-despertadores e outros.
Os alimentos que tomamos: Carnes de animais alimentados com produtos processados, aditivos, leite de vacas que comem sabe deus que, verduras e frutas cultivadas em invernadoiros com abonos químicos a esgalha…
A roupa que levamos a diário em contacto com o nosso corpo: fibras que vem do petróleo, processadas com calor até queimar-se, calçados de materiais sintéticos polo estilo…
Se nos paramos a pensar, é tanta a contaminação energética que atura o nosso corpo, que não tem jeito.
Que remédio propunha o professor para esta tolémia celular?
Pois viver, dentro do possível, segundo os princípios do feng shui, ou energias limpas, tanto no habitáculo, como na comida, roupa, calçado…
Ter perto animais e plantas, que absorvem as energias negativas que, de não ser por eles, iriam para nós.
Carregar-se de energias positivas no contacto com a natureza sem contaminar.
Utilizar meios da medicina oriental para limpar e re-organizar a nossa energia: Acupuntura, tai chi, e outras. Aproveitar novas descobertas terapéuticas como a fibra de photon platina…
Para os desequilíbrios químicos já temos farmacopeia abonda na nossa medicina de sempre, que tamém é importante e as duas se complementam que não se exclúem…Aínda que, em geral, muitas vezes abusamos dos medicamentos, como de todo, no nosso mundo europeu de consumo compulsivo de qualquer cousa que se ponha por diante.
Tags: corpo energético, feng shui, medicina chinesa, saúde

16/01/2009 ás 11:58 pm |
Olá.
Gostei bastante do post. Tenho te lido regularmente e até já levei teu link para o meu espaço.
Um grande abraço.
17/01/2009 ás 12:10 am |
Agradecida, Emanuela. Passarei polo teu espaço para te visitar.
Umha grande aperta -abraço- da Galiza.