O sol

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O sol chegou hoje, ao Rif, sem contar, depois de tantos dias de nevoeiros e orvalho exóticos, mentras nos partes meteorológicos da península,se falava das calores gerais na outra banda do mar…
Hoje tudo é mais rifenho: A luz branca espalhada no ar, como a farinha, as mantas e as alfombras multicolores penduradas nos balcões e nas janelas,para se arejarem. As andorinhas volvem a voar alto. estes dias andavam desnorteadas, voando baixo, diante da janela…

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4 responses »

  1. Pois no mes de marzo moitas das andoriñas de por aí, do Magreb, viñeron aniñar ó aleiro da miña casa do monte, aquí en Galicia.
    Miña nai contaba que seu avó -meu bisavó- cando en setembro as andoriñas regresaban de novo para Africa, anelou unha con esta mensaxe. “Paxariño voador, dime onde tés o teu niño”. Na primavera seguinte, a andoriña chegou de novo á nosa casa do monte cunha pata tamén anelada e con esta resposta: “Nas terras do Magreb, na casa dun ferreiro”. Non sei se isto será verdade. Se cadra é unha lenda inventada por alguén. Pero é fermosa.

    Os rifeños, nos balcóns, tamén penduran sabas manchadas de sangue. Eu vinas na alcazaba de Tetuán e de Xauen.

  2. Pois é bem fermosa essa lenda de andorinhas. A mim falta-me me e meio para voar à Galiza ,inchallah.
    Do que me di das sabas manchadas de sangue, ocorren-se-me algumhas explicações, mas não tenho segurança…Perguntar-ei polo tema.

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