Recuperando de Arredemo. O reino Mandinga

Padrão

“Sundiata Keita (ou Sundjata Keita, ou ainda Soundiata Keita) era o Imperador do Mali, nascido em 1190 em Niani (Reino Mandinga, atual Guiné) e faleceu em 1255. Filho de Naré Maghann Konaté (também conhecido Maghan Kon Fatta ou Maghan Keita) e Sogolon Djata (a mulher búfalo).

O épico de Sundjata é contado pelos griots, através da tradição oral.”

Este pequeno texto é o que se pode ler na wikipédia sobre o reino mandinga .

Também:

“Los Mandinga, Mandinka Mande Jula dependiendo del país en el que viven son un grupo étnico de África Occidental. Mandinga es también el nombre de su lengua. En el siglo XIII eran gobernados por Sundiata. Durante el mismo siglo se extendieron por un gran área en el actual Mali constituyendo un importante reino.

En la actualidad existen cerca de tres millones de mandingas residiendo en diferentes países del Oeste de África: Burkina Faso, Costa de Marfil, Gambia, Guinea-Bissau, Liberia, Mali, Senegal, y Sierra Leona.

Durante el periodo de la colonización de América muchos de ellos fueron enviados al nuevo continente como esclavos. En la tradición campesina y gauchesca rioplatense, al diablo se le denomina “Mandinga”, y se representa de color y vestiduras totalmente negros. Vulgarmente se le dice mandinga a quien posee el miembro grande.

En Estados Unidos y Europa uno de los mandingas más conocidos es posiblemente el personaje Kunta Kinte de la serie de TV y novela Raíces, escrita por Alex Haley, descendiente del propio Kunta Kinte. Martin R. Delany, un abolicionista radical del siglo XIX también era de descendencia mandinga”.

Velai como a “cultura” europeia criou fronteiras e escraviçou seres humanos mesmo negando-lhe a condição de humanidade.

Se vocês escutam a kora mandinga de toumani Diabate, ou a voz prodigiosa do príncipe Salif Keita, descendente directo do imperador Soundiata Keita, que no século XIII aboliu a escravitude no seu império, perceberam um bocadinho melhor a parvoíce da vaidade do etno-centrismo baseado na maior poténcia económica e capacidade tecnológica . Se escutam as palavras de Ali Farka, e suas composições musicais, mágicas, perceberam que a “cultura” não reside exclusivamente nas tertúlias e cenáculos do nosso pequeno mundo.

Que fóra, também hà muita vida.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s