II : Primavera e inverno. A relatividade .

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Num dos meus passeios polo val de Vimianço, atopei duas parelhas de amigos que me fixerom pensar na relatividade da vida.

Dous salgueiros moços, em plena primavera, com suas folhas verdes abrochando e suas flores masculinas e femininas preparadas para poliniçar e deitar regueiros amarelos de esperma vegetal arredor das poças de água da chuva.

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E dous abeneiros velhos, um deles jà meio rompido polos embates de tantos ventos do vendaval, do norte, do nordés, da travesía…

Mas aguardando também a chegada das folhas novas.

O tempo nao é igual para eles que para seus vizinhos.

Algumha vez vos sentistes coma os salgueiros?

E coma os abeneiros?

voando

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3 responses »

  1. “Todo pasa y todo queda
    pero lo nuestro es pasar”
    Machado sempre decía moito con poucas palabras.
    Eu procuro non pensar no paso do tempo.
    ¿Ou somos nos os que pasamos e o tempo permanece inmutable?

    Estas fotos si que as vexo ben.

  2. O tempo que conta é o pessoal.
    Podes sentir a primavera no mes de janeiro ou o inverno no mes de agosto.
    O resto, nao é tempo. Só cronologia de relógios e calendários
    Agora mesmo, eu ficaria coma os abeneiros, aguardando as folhas novas para volver a locir e a ceibar minha ledícia ao ar.

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