tempo de “chalaneo”

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O de “chalaneo” é umha palàvra do nosso alcalde aparecida hoje em “La Voz”
Após de todos os procesos anteriores, agora o que circula polo povo e pola prensa, são novas de regateadores. Ou “Chalães” Em tudo mercado como deus manda, tem de haver.

Pois parece que a senhora do balneário faz-lhe asinar aos seus companheiros de lista eleutos un documento onde se comprometem a nao se transfugar à hora de votar ao novo alcalde.

Muita confiança não parece haver.

Logo também se sabe que o governo municipal em funções – Peço desculpas, mas seica não fui o governo, mas a UGT -reuniu aos arredor de dous centos de empregados municipais por primeira vez para falar com eles, não se sabe de que.

Por outra banda, os dous partidos em jogo para pactar, dim que não o faram se não dimite o alcalde atual.

Em fim. Ja vedes que tudo são especulações, ruxe-ruxe e novas interesantes cada dia. Quando chegue o 16 e tudo se aclare, ainda imos botar de menos estes aires de regateio que, dito seja de paso, resultam quando menos, entretenidos para os que não temos negócio no asunto ainda que não por esso sejamos neutrais.

Pola comarca andam também muito entretidos.

Em Sás, umha das concelheiras eleutas disque pediu, para dar o apoio a um dos partidos, um salário mensual de 250.000 e umha prima de 5.000.000 das antíguas pesetas.

Sendo perguntada polo partido em questão de onde iao tirar os quartos, a senhora, com boa lógica, seica diz:

-Das obras, coma tudos, ou que?

Seica algúm vizinho não o ve mal. “Algo tem que aproveitar” Ou nao?

Parece ser que outros dous cabeças de lista de dous partidos, não podem pactar por terem pendente um juiço por aguerrearem a punhadas num bar da vila de Sás antes das eleições e por motivo destas.

Em Cée não sei se se puxeram ou não de acordo, e tampouco em Corcubiom, que como ando com as neuronas baixas e não saio da casa nem leio a prensa a miudo, pois abondo tenho com meu povo.

O de Sás seica é “vox pópuli” e por esso me enterei.

Assim são as cousas por este val redondo do que o nosso alcalde, perguntado polo valor duns penedos que formam parte do nosso património natural, diz umha frase que seica fica acunhada na Diputação da Corunha com a celebridade que se merece:

“As pedras son pedras”.

Pois esso.

…Ou não?

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