Flores Ventureiras II. A Capuchinha

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a9qfpós tentar trazer pra cá a minha pequena montagem artesanal, cousa impossível no wordpress, vou vos falar das flores ventureiras que no verão enchem os campos e os muros da minha vila.
Algumha nascem soas, outras são semeadas por algum amante das flores que quer as compartir com os vizinhos. Algumhas são fascinantes polo aroma, outras polas cores, outras pola sua beleza e mesmo polas suas propriedades curativas.
Aqui vão as que atopei arredor da minha casa, num passeio com minha máquina de fotografar no bolso.
A primeira, a capuchinha, é umha planta muito vistosa polas suas flores, que vão desde a cor laranja avermelhada à marela, dumha intensidade que chama a atenção. As folhas têm forma de coração arredondado e as flores forma de carapucho. É umha planta que se reproduz com facilidade e trepa polo chão ou por quaisquer superfície que lhe dea suporte. É originária do Perû . Seu nome científico é: TropaeolumMajus L. e posúe as seguintes substáncias activas: Heterósidos sulfurados: glucotropaeolina. Acido oxálico. Espilantol.
Deixo-vos informação sobre a planta e as minhas fotos.
Amanhã, outra planta ventureira diferente:

Partes ativas: Toda a planta, menos as raízes e especialmente as plantas jovens ou os brotos moles, sendo as sementes as que apresentam uma maior toxicidade.

Usos :

Medicinais: Utilizou-se em medicina caseira como estimulante do cabelo, para prevenir sua queda e favorecer sua conservação. As preparações realizam-se fundamentalmente por fricções capilares com o líquido resultante de realizar um chá com a erva a 2% , ou por a aplicação com os dedos de extrato fluído. Pode-se conseguir um xampu diluindo extrato fluído a 5% . Outra possibilidade é amassar a planta e formar uma massa que se aplica externamente sobre o coiro cabeludo. Igualmente, em uso externo, atribuem-se-lhe propriedades demulcentes e vulnerarias , considerandose um bom remédio para curar as feridas ou diminuir as inflamações. . Pelas suas propriedades antimicrobianas, atribuem-se-lhe valores desinfetantes, especialmente em todas aquelas infecções produzidas por fungos.

Em uso interno, pela sua riqueza em vitamina C, as flores e folhas utilizaram-se em comidas frescas para combater o escorbuto. Também os botões de flor florais, curtidos em vinagre, utilizaram-se como substitutos das alcaparras. Amassando a planta obtém-se um suco que foi empregado para favorecer a circulação, sobretudo das pernas e dos dedos. O mesmo suco também se utilizou para aumentar a urina e favorecer a menstruação. Os chás da planta seca consideram-se adequadas para tratar problemas respiratórios relacionados com afecções bacterianas, em casos como bronquite, anginas, gripe, etc. Neste sentido seus componentes parecem exercer uma função tanto bacteriana como expectorante, ao eliminar as bactérias ou ajudar a expulsar as mucosidades pectorais.

Jardinagem: Como planta de jardinagem pelas suas bonitas flores. Dentro deste campo é preciso considerar suas propriedades repulsivos das pragas do jardim, especialmente contra os pulgões . Para isso se utiliza o líquido resultante de realizar um chá com todas suas partes aéreas, com o qual se pulverizam as plantas.

Dada a toxicidade de seus componentes, desaconselha-se sua utilização em preparados caseiros.

Toxicidade: Considerável. Afeta principalmente ao aparelho digestivo e aos rins, produzindo irritações consideráveis em pessoas que se manifestam sensíveis a seus componentes e sempre que se ultrapassem as doses estabelecidas. Se tem que levar em conta especialmente não administrar em pessoas que tenham úlcera gastrointestinal ou afecções do rim.

Sintomas: Dor de estômago, nauseas, vômitos, diarréias,

Em uso externo, o contato com a pele pode produzir dermatite.

Tratamento: Esvaziado de estomago, lavado gástrico, e administração de emolientes.

Já sabedes A capuchinha têm muitas propriedades curativas, mas melhor que os preparados os faça alguem que saiba o que fai. Com as plantas, não se debe de jogar. Podem ser perigosas e mesmo mortais.

barpastel3kf

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3 responses »

  1. Voces dizem: pode prejudicar etomago para quem tem gastrite, outros dizem coma algumas folhas antes das erefeições para facilitar a digestão.
    Qual o certo?

  2. Ambas duas cousas podem ser certas. Se o estómago não tem doenças, pode facilitar a digestão, mas, se tem gastrite,a química do estómago não é a mesma e pode ser contrária.
    O melhor é procurar informação em pessoas ou publicações especializadas em plantas. Eu não o sou.
    Só pretendo mostrar que, ao nosso redor, há muitas plantas cum potencial curativo importante, para que a gente as valore e investigue sobre elas, se quixer. Mas não tenho nemhumha autoridade para afirmar nem negar nada. Só mostro e recolho informações.

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