A crise? O trabalho, a risa que fazem de nós.

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Desde os meios de comunicação pregoam uma crise, que, em realidade tem mais pinta de ser  uma manobra para recortar o gasto social dos paisses europeus tornar em escravos aos que erão trabalhadores, ou, polo menos, esse era o seu nome e a condição que eles acreditavam em ter, e seguir adiante com essa linha de capitalismo neo-liberal que se basea em aquela senténcia de Hobbes de “O homem é um lobo para o homem” que, mais tarde, os pais fundadores do capitalismo se ocupariam de dessenvolver até hoje, que estamos a acadar as últimas consequências.

Dentro deste contexto de pseudo-crise, -os bancos seguem a ganhar dinheiro e o Estado a recadar tributos que, mais tarde, destina a reforçar a situação da banca- que nos queda a nós, gente comum, sem espaço nos grandes centros de decisão que regem uma economia cada vez mais Global e  mais corporativa, que marca as linhas da política das grandes nações e dos pequenos Estados.

Que reparte o planeta segundo os seus interesses e que mantem  ao cidadãos na condição de súbditos ou escravos.

Pois…Pouco ou muito podemos fazer, segundo como se mire.

Polo de pronto, somos muitos e somos quem mantemos os mercados com nossas compras. Um jeito consciente de comprar,seria a primeira base para mudar o mundo.

Em segundo lugar, somos trabalhadores. Nós tamém temos interesses corporativistas, como classe operária. Façamos valer o nosso trabalho.

Nos últimos anos, a tendencia geral era o mandar aos filhos à Universidade, estudar para se fazerem com titulações específicas e especializadas, que depois não podiam exercer, agás no ensino.

Os antiguos oficios perderam importáncia. Já ninguém quería que o se filho for canteiro, ou ferreiro.

O melhor dos ofícios é que sabes fazer cousas com as tuas mãos, e que não precisas de nemum chefe para poder trabalhar.  Simplesmente,fazes um trabalho para alguem que o precise, e entre vós, não há falta e mediadores, comerciantes, nem chefes-rata que só pensam em  eles e deixam aos operários sem os mais mínimos direitos com o pessoa, cidadão e trabalhador.

Tenho dous filhos com ofício: Um fiz estudos de talha em pedra e madeira e completou sua formação com experiéncia, trabalhando em todas as variantes da cantería, restauração, esculturas que faz nos tempos mortos, entre trabalho e trabalho, e talha de madeira.

Outro filho fiz estudos de joiería. Ele faz joias formosas com prata, ouro, pedras e pérolas, cuiro…experimentando no seu obradoiro, onde trabalha sobre encargos… É difícil agora, quando ainda não os conhecem, mas  acredito em que, com tempo, as cousas vão melhorar. Tem de fazer um bom trabalho. São os únicos responsáveis diante do que lhes paga.

Embaixo da casa, tenho um cachinho da terra de meus avós, onde ponho de todo para o ano: Cebolas, alhos, pementos, feijões, repolo, verças, nabiças…


Sabendo fazer cousas com as tuas mãos e tendo um anaquinho de terra, podes-te sentir libre, independente e mais seguro, nos tempos difíciles.

O mesmo deveria reger para os paises. Deveriam de ser auto-suficientes e produzir todo o que precisem para a sua subsisténcia.

Os mono-cultivos impostos polas corporações alimentárias ou as extrações mineiras que esnaquiçam a terra sem deixar mais que escravidão e guerras, não deveriam de ser permitidas. Meio mundo morre à fame por culpa de não terem alimentos. E não tem alimentos, porque plantam bananas, ou cacáu, ou extraem uránio , ou diamantes, para as grandes corporações europeias e dos EE.UU., na sua maior parte. Ao frente das nações, há governantes corruptos postos e mantidos por essas mesmas corporações que os armam e os patrocinam e, no entanto, a gente a morrer de miséria.

Que cada quem cuide sua terra e seu horto. Que plante o que precise para comer. Que trabalhe com independéncia, ofício e dignidade.

E deixemo-nos de cantos de sereias que só nos levam ao fundo do mar, com os tubarões famentos que nos rodeiam…

Por uma vida mais auto-suficiente e mais digna para todos os seres humanos.



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2 responses »

  1. São Lindo as flores.eu queria cultiva em meu jardim.flores da rosa mosqueta dalha porque perdi a raça delas

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