E esse milagre?

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tarotssa é a frase de saudo que na minha terra se lhe diz a uma pessoa que leva muito tempo sem vir pola casa e, de súpeto, um dia aparez, sem avisar. Quando um, após tanto tempo, a vê cruzar pola porta para adentro, sente uma grande alegria, e pergunta: “- Ou! E esse milagre?”.

Pois, agora que começou o novo ano celta, que ainda estamos em tempo de escuncha do milho, os meus passos trouxeram-me de novo a esta minha casa virtual, num desejo de vos contar as novidades dos novos caminhos polos que a vida me vai levando e eu me deixo -Faltaria mais! A vida é muito mais forte do que a minha pobre vontade, assim que agora, já nom tenho vontade, agás para caminhar por onde ela me leva.

Agora que volví, nada mais aparecer polo painel-após tentar três vezes pôr o nome de usuário e o sinal, que o tinha esquecido-, o meu eu blogueiro, saudou-me:

“-Ou! E esse milagre? Vens de passo ou pra ficar?

-Pois nem sei…Como vaia vindo a cousa…”

Assim que…após um ano bem cheo-desde setembro do 2.010- volvemos a escunchar com nosso ferrinho nas maçarocas de colores.

Num ano passam muitas cousas. A mim, por sorte, nom me passaram muitas novidades no meu contorno, mas, no meu interior, houve tantas mudanças…

Agora já nom saio nada da minha casa, nem para ir ao pão.

Agora ando na andaina da criança de galinhas, polos e pavos, na horta, na publicaçom de “Mar e Terra”, que ficou precioso, e na convivencia em harmonía com o mundo de dentro e o de fóra.

Amanhã vou-vos contar cousas dos animais, a horta, a harmonia e a desarmonia do mundo que tenho ao meu redor.

Muita saudinha e sorte para todos.

Ata amanhã-Se quadra-…

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One response »

  1. Olá!
    Nem o seu nome sei. Apenas que é uma mulher e que não deve andar muito longe da minha idade, pois topei, nestes caminhos d´O Escunchador com algumas imagens do seu rosto.
    Sou portanto uma desconhecida que, apenas, se encantou com este espaço onde foram ditas palavras, imagens e idéias que me atraem e consigo compartilhar.No entanto, não me sinto uma estranha quando perambulo por aqui. Talvez porque meu sangue é quase galego, tanto da parte de pai, quanto de mãe; embora eu tenha nascido na África Oriental.
    Maravilhei-me com alguns trechos seus que li. Senti-me transportada aos anos de infância em que fiquei perto de minha avó materna. Ela usava muitas das palavras que aqui reencontrei.
    Também gosto de plantar e de fotografar o que os meus olhos admiram.

    Quer ser minha amiga?
    Se sim, escreva-me.
    Um xi-coração,

    Manuela

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